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Passa Por Lá

Passa Por Lá

26
Jan14

Domingos! Quando passamos a gostar deles!

Carolina
domingos são aqueles dias da semana que causam reacções antagónicas nas pessoas. parece-me que com o passar da vida vão tendo significados diferentes. arrisco-me a dizer que vivem por aí muitos para quem  domingo é ressaca, para quem é preguiça, ócio, lassidão e coisas sem fim. um cruzar de sentidos que dão ao domingo idade, muitas vezes a nossa... 
passo pelos domingos mais ou menos numa espécie de rotina que não sendo igual, sem que eu percebesse se transformou em algo bom! algures no tempo passei a gostar dos domingos outra hora muito secantes, deprimentes ou pouco produtivos... 
domingo é cafuné no sofá, é filmes, pipocas do pingo-doce, é dormir a cesta quando se detesta, é não tirar o pijama, é só tonar duche antes de dormir, é inventar na bimby, é usar o bi-horário e ter a maquina de lavar  a trabalhar sem parar,
é fazer bolos sem farinha e pouco açúcar, é pão quente, é orgulhosamente ver-te cozinhar, fazer aparecer coisas fantásticas, é manta enrolada, chá muito chá .. domingo passou a ser a nossa casa, eu e tu passando por ela, deambulando entre as coisas, sem ter horas de almoço ou jantar, sem saber o que se passa lá fora, sem pressa de sair, de fazer se como se domingo fosse o dia em que o relógio do mundo para, para que os domingos de todos ver a passar! 
15
Jan14

comida, eu, comida, eu .... eu comida

Carolina
tenho um problema com a comida, acredito que muitas mulheres como eu, sofrem de algo parecido, mais para uma lado ou para outro, mas sofrem. Esse problema faz com que saiba que estou gorda demais.
às vezes comparo este meu problema com a comida com o meu problema com a autoridade, com o proibido, com os impossíveis... 
isto é mais ou menos o mesmo que dizer, que gosto sempre de contrariar o que me dizem, o que mandam, e achar em algumas situações que a razão das minhas conjecturas me apoio nessa situação. no que toca a comida creio que razões a parva,em todos os sentidos, pois com a maior consciência do mundo sei que tenho um problema para resolver, mS venço-me diariamente na minha luta por ele. como se lutasse contra mim nesta batalha, e prova- se ao mundo que posso ser feliz, assim, ou até com a cara azul.
isto é se eu me digo não comes, outro eu já está a comer.
no ano novo decidi perder 20kgs, criei uma estratégia para mim que passa por identificar e falar comigo abertamente sobre todas as coisas que faço erradas no campo alimentar. sim disse falo comigo, porque está conversa é muito seria e precisa que os dois lados do que sou se alinhem na mesma estratégia.
preciso de abandonar os doces, ter coragem de os deixar á beiras a estrada e começar. Desenvolver ódios de palato que me impeçam de os comer de forma devoradora e rápida, e sempre aos pares, porque uma das minhas manias é achar que um bombom, biscoito ou macarron è bom demais para se comer sozinho.
o meu problema na comida, passa por usar a mesma para descarregar todo o stress que as minhas costas, cérebro e corpo no geral acumulam. Mesmo depois de me imaginar a bater em alguém, de dizer palavrões, bater punhos na mesa ou virar alguém do avesso verbalmente, há coisas que de mim não saem, o meu corpo acumula uma pressão que simplesmente se vai no acto de mastigar, no prazer de saborear. sei que para além de escrever que falo comigo, que descarrego o stress na comida se escrever que a seguir me culpo por isso, apenas me livra de uma interpretação psicológica grave, o facto de não vomitar ou fazer jejum depois. juntar a todos estes factos o de viver com omelhor cozinheiro do mundo,a dobrar receber pessoas á mesa e desfrutar alegremente do convívio que o prato e o corpo  proporcionam, creio que o meu problema se agrava.
Algo me diz este ano que eu e a comida e a comida e eu, estamos a passar por um lá onde nos vMos finalmente entender, e conseguiremos encontrar forma de deixar no passado todas as partes do corpo que não me fazem falta, embora até hoje não me tenham inviabilizado o meu seguir em frente por muitos caminhos... foi bom contar com todos os meus kgm/s para as minhas caminhadas, desafios, viagens e histórias, e saber que eles não me fizeram esquecer de rir, gargalhar, dizer palavrões, usar um decote, por uns saltos e um vestido justo, de amar, cantar e sorrir, de ousar, foi tão bom como é tão bom, que o problema eu comida, comida eu, depende de mim para se resolver...,

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