Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Passa Por Lá

Passa Por Lá

20
Jul17

os amigos e os Amigos!

Carolina

los-amigos-se-preocupan-por-ti.jpg

 

Dizem os calendários das redes sociais que hoje é dia dos amigos. 

Como se fosse preciso motivo, para celebrar a amizade...

Os amigos, a família que escolhemos, aqueles que de alguma forma nos escolhem, independentemente das circunstâncias das nossas vidas, não escolhem calendário, ou esperam presentes.

Considero amigos aqueles que sobrevivem a todas as distâncias, distâncias de kms, de anos, de discussões, de desencontros, de tudo. Aqueles com quem falamos depois de muito tempo e parece que estivemos juntos ontem, aqueles que estão aqui, mesmo quando estão lá.

Considero amigos aqueles que procuramos nas situações mais dificies e têm uma palavra seja ela qual for, memso que seja palavra nenhuma, aqueles que com dureza. frieza nos chamarem à razão, para nos dão na cabeça, que nos afagam a alma, que nos abraçam, que nos ouvem, ou que simplemente nos acampanham nos piores silêncios. Acima de tudo, descobri com o tempo que os amigos são aqueles que ficam mais felizes com a nossa felicidade. 

Desde a gravidez que muitas vezes senti alguma solidão, solidão de amigos, solidão de ter por perto, aqueles que estão quase sempre na minha vida. Creio que quando a nossa barriga está gigante, por muito práticas, enérgicas (na medida do que a propria gravidez deixa), que sejamos, há programas e situações em que não nos enquadramos, em que de forma natural as pessoas não se lembram de nós, há programas que não fazemos, porque a nossa condição muitas vezes não deixa, há progrmas que deixamos de fazer, por algum esquecimento.

Creio que a nossa condição e as nossas hormonas nos colocam mais sensiveis, sentimentais e mais assim...

Acredito que agora na maternidade, o mesmo acontença, ainda não tive muito tempo para me dedicar a outras coisas que não o meu filhote, apesar de já termos saído para alguns programas a três e ter saído para umas caminhadas e compras sozinha, ainda não sei o que é "voltar à vida". Sei que falo menos com pessoas, e que também penso menos nelas, acredito que menos presente, elas se lembrem menos de mim e de nós.

Em alguns destes últimos dias, entre dar mama, mudar fralda e deitar o filhote, senti saudades de fazer coisas com as minhas pessoas, fazer coisas sozinha, aquelas coisas como queimar tempo, beber um café, um copo, não fazer muita coisa, parvar ou ir aos saldos...  mas passo a passo virão as novas rotinas, e encaixaremos o nosso filho da azáfama dos dias, terei tempo para estar com os amigos, tempo para mim no meio do tempo para nós.

Mesmo que os amigos, muitas vezes nestas situações acabem por nos procurar menos, cabe-nos a nós de alguma forma mantermos a ligação, não deixarmos de tentar saber deles, mostrar que estamos de porta aberta mesmo que com menos tempo para efectivar encontros. Cabe a todos investir, dar espaço e afectos, para que amigos se continuem a chamar de amigos.

E ao longo da vida, a cada momento que passamos, fará ela a selecão dos amigos que amigos são, amigos ficam, mesmo que fisicamente menos presentes, mais distantes ou ausentes. 

Tenho a sorte de amigos  ter por perto, sorte de ter quem aparece, quem trás a marmita para almoçar comigo mesmo que eu ande a hora de almoço entre colo e fraldas, que manda mensagem a dizer estou aqui, como estás, quem à distância me faz sentir que com eles posso contar. 

Sorte de ter amigos que se ajustam à minha condição, e que escolhem manter a nossa amizade, mesmo quando as circuntâncias da vida mudam, quanod nos esquecemos que existe um telefone, um tempo de ligar, ou perdemos a vontade de sair de casa porque o sono se apodera de nós, ou precisamos mesmo de ir ao cabeleireiro ou à depilação em vez de beber um café.

Dizem que hoje é dia dos amigos, mesmo que nos outros dias não possamos viver sem saber da existência deles, mesmo com a certeza que não existimos para estar sozinhos, que somos mais felizes com estas pessoas do coração algures perto ou simplemente algures.

Sorte de quem tem Amigos, amigos de sempre, mesmo que sejam recentes, mesmo que sejam de infância, mesmo que sejam de qualquer tempo, ou que ainda estejam para vir. Amigos que são mais que amigos de circuntância, do momento e de interesse. 

Sorte de quem sabe alimentar, manter e quer ter na sua vida as amizades da vida e amizades de todos os caminhos, que não descarta, arruma e esquece sem nada dizer a  amigos que num qualquer momento foram companheiros!

Sorte de quem escolheu, sem dúvida, fazer um bo investimento, onde se aprende a dar muito antes de receber!

Aos meus Amigos, aqueles que mais que amigos são e de quem Amiga sou, dias felizes sempre, rodeados de quem nos faz bem, porque só assim poderá a amizade fazer algum sentido.

 

01
Fev17

fevereiro!

Carolina
Colado ao maior mês do ano, chega devagar o mais pequeno...
Eu mais atenta a começos, criei em mim a rotina de agradecer ainda com mais consciência ao que conseguimos levar connosco, em cada inicio de mês que por mim passa.
Talvez depois de perdas, medos, sustos e páginas em branco que se colocam em frente de nós a gritar ansiosamente por serem escritas, as pequenas coisas façam sempre e cada vez mais sentido. 
A gratidão de na maior das tempestades conseguri encontra a mais gigante bonança e de a poder trazer a salvo desde 2016 é tão grande que nenhuma palavra de agardecimento ou fascinação a pode explicar. 
Começar um mês na certeza que todos os exageros que sinto, dos minúsculos e quase banais, aos que me afagam o peito, é ter por vezes uma tranquilidade quase estranha, de que mesmo não adivinhando o futuro, saber só porque sim que tudo vai dar certo. 
Fevereiro começa e eu continuo os meus pequenos passos nos meus grande projectos, continuo a perder-me entre o excesso de energia e a preguiça da falta dela, entre os abraços muitos que tenho recebido, que nunca tinha notado serem tantos, embora me acompanhem há tanto tempo.
Permito-me todos os dias e cada dia mais a perder-me de amores, com todos os riscos e mais alguns que possam nessa perda existir...
 
Olho para fevereiro e quero que seja como janeiro, um tempo de relativizar o que não podemos controlar e uma coisa de cada vez vamos fazendo, arrumando e tentando resolver.
Pés na terra e no caminho, com a crença viva, que cada recomeço é a prova de que se supera quem não desiste da sua caminhada.
Quero que Fevereiro cresça comigo no melhor de mim e me mostre como exagerar nas coisas boas não é de vergonhas é de aprendizagens.
Passa por nós fevereiro, que cada dia do teu pequeno mês seja um exagero de vida, afinal de contas diz que fomos feitos para viver... viver muito!





 
 
 
 
05
Set16

{ voltar onde fomos felizes...}

Carolina

a vontade leva-nos a lugares onde fomos felizes.

livres dos medos, despidos de fantasmas. de braços abertos.
a estrada de sempre pode ser a mesma, mas o caminho é outro.
voltar a onde fomos felizes é como uma obrigação de quem descobre que viver é quase sempre isso - voltas!

entre mãos novas e novas mãos, ganhas no corpo a energia quem chega, num toque diferente do que dele até já possas ter tido. e sugas uma energia diferente a cada lugar como se ele mesmo fosse outro lugar qualquer.

sentes o jeito forte de uma mão que já não recordavas, suspiras e aos poucos te vai parecendo familiar. 

mãozinhas de felicidade, aparecem para te mostrar que os mesmo dias nunca, mas mesmo nunca serão iguais. que os lugares às mesmas horas têm magias distintas, que tu és o mundo a viver em destinos que conheces ou paragens novas, onde vais chegar muitas vezes.
toquezinhos que pressionam o que estava bem lá no fundo e empurram aquele suspiro de gozo enlatado algures entre as coisas que começam a deixar de interessar e o que achávamos  que não tinha interesse... e até interessa. 
pressões quentes e ar na nuca que te trazem a vida às costas, sem que precises de olhos para ver seja o que for.
e sem saber como, voltaste a onde foste feliz, mas já estás a pintar o mesmo lugar de coisas que não estavam por lá e nunca estarão lá... até que tu as queiras levar.

nos lugares onde voltas,  crias felicidades novas e memórias mais recentes, vestindo a tua passagem do que quiseres que ela seja, vestindo e despindo a tua roupa entre as mãos que conheces, levas o sorriso que te deixam para mais uma semana em nuances que só agora descobres.

passas outra vez por lugares onde foste feliz, voltas lá, uma vez e outra, nunca mais, e mesmo quando deixas de querer ir, sabes que podes voltar. e nem sequer tens de lá ficar...

voltar onde foste feliz é a magia da vontade que com coragem se concretiza, porque ter uma sem a outra, é o mesmo que não ir a lado nenhum! ***











29
Ago16

caçador de sóis

Carolina


o mais bonito que já vi...
a correr ou a marcar passo, respirando de uma vez todo o tempo, o que já não tenho, o que vou ter.
braços abertos, entre aventuras sem fim à vista, cabelos soltos, encaracolados em histórias de encantar que não existem mais.
ponho os olhos de soslaio no céu, deito-me no chão e olho para dentro, estou comigo.
inspiro um ar quente, expiro todas as vontades.
não te posso por no meu bolso, não te posso levar nas costas, não há mochila onde caibas,  mas posso seguir todas as tuas dicas....
posso Dar-te a minha pele, deixar as minhas sardas ser protagonistas do meu verão, encontrar na tua luz o brilho até aqui fugido dos meus olhos...
em passos pequenos  posso fugir e continuar a correr para ti, sem certezas de caminhos certos ou necessidade de qualquer mapa,sigo para Este onde nasces.
um só entre tanto céu, todos os céus do mundo para correr em voltas que nunca se esgotam, estações que sempre mudam, ao meio dia a sul, a oeste no final, afinal para onde vais tu, sem sair do mesmo lugar?

Ser o que eu quiser na certeza que estás aí amanhã...ir em busca de ti para qualquer parte, encontrar todos os teus "tus", num momento captar a esperança e partir para o teu próximo nascer.
parar dois minutos num trilho qualquer, esquecer que existe tempo. tocas o meu corpo, não te tocarei nunca com a força do corpo que parte para te caçar, a ti Sol.
com um pouco do que és na mochila ou dentro de mim, depois de ter corrido tanto para ti, enquanto te sei em qualquer céu, para quem te quiser sentir, enquanto te vejo sempre, mesmo aqui, ou de qualquer outra janela.
ficar contigo em tantos lugares, esquecer-me que não sou de nenhum deles, por não importar muito ser de qualquer sitio, por não sermos de lado nenhum, quando seguimos em frente.
busco a tua luz em tantos dias que nascem, quero prender-te em tantas photos na esperança vã de isso ser possível.
sou um caçador de sóis falhado, com a missão impossível de chegar mais perto todos os dias do mesmo sol, vestido de outro dia qualquer.

falharei todas as vezes como caçador de sóis, não serão poucas ou pequenas. serão histórias, de que quem quer caçar o sol e acaba a conhecer o mundo!





24
Ago16

e depois...

Carolina
prato cheio, fome, frio, calor, dias quentes, outono e inverno, camisolas gigantes para dormir no sofá, meias com aviões, sofá novo, muitas almofadas. 
chá quente num bule antigo, livros por todo lado, lápis de cor e mantas.

um ou outro cabelo branco, rugas nos olhos, a escova de dentes dura, a mala sempre pronta, dia e noite, manhã e tarde. norte, sul, esquerda direita, voo directo,escalas. 

tudo, nada. medo, coragem, força, fraqueza, lágrimas, gargalhadas, pessoas, coisas, cigarros novos, o mesmo fumo. 

e depois... depois é tarde demais sempre. é um estar para vir que nunca é. mesmo antes de chegar deixou de o ser, deixou de importar. o futuro escreve-se no presente do indicativo, com a tinta de cada momento e sem previsões ancestrais, ou mapas de astros. 

o depois é um silêncio que, mesmo antes de o deixar de ser, termina, onde nunca sabemos o que vamos ouvir, mas podemos adivinhar o que vamos dizer. 

o depois é uma morte anunciada dum qualquer agora, um caminho nenhum, sem destino ou chegada, é uma interrogação extensa, que por muito pensada não se pode programar, é um tempo morto entre o que já gastámos e vamos gastar. é um moeda  sem mercado de troca. 

depois, depois não interessa, porque o tempo que está para vir só existe para quem tiver que o viver. nem o tempo o melhor de todos os destinos consegue saber quem vai encontrar, como pode então o Depois importar...

depois é longe, agora é aqui, é aqui que estou! 


(e o depois de agora... o depois de agora  Não interessa)


16
Ago16

{ posso sempre voltar a fumar outro cigarro}

Carolina



fumo,
translúcido mas enevoado.
invisível, vagueando na ausência,
cheira a pó.
as minhas mãos pequenas guardam o cheiro do fumo...
a sala mudou, a música não parou de tocar, o relógio sossegou de novo.
os ponteiros parados do meu peito giram agora devagar, a janela aberta faz corrente de ar, as minhas costas arrefecem, eu espirro.

já fumei...
nunca soube fumar...
engasgo-me.
tropeço nos meus dedos enroscados no cigarro, deixo o cheiro pintar o ambiente e ficar por ali.
ele vai ficando pequeno e as minhas mãos maiores.
largo a camisola no chão,
deito a cabeça numa montanha de almofadas,
nua, entre o fumo invisível, do cigarro que se acaba, penso:
posso sempre voltar a fumar outro cigarro...




21
Jun16

o mundo também és Tu!

Carolina

Vai por aí encontra o mundo, não deixes que ele te abrace. 
Os seus braços serão sempre pequenos para o gigante que tens dentro de ti. 
Deixa que o mundo se cole na tua pele, e deixa que ela vá, até onde tu fores... os braços são pequenos para todos os sonhos que tens ou possas ter... o mundo também és tu!

Não há braços onde caibas quando há corações de onde não sais! 



Photo : #passaporlá, Cambodja, 2014
31
Mai16

Crónica #1 Carta que podia escrever um dia

Carolina
Para ti que um dia farás 20 anos,

Hoje fazes 20 anos. 
Hoje só tenhopara ti palavras escritas, saem no papel como se te abraçasse depois de te asdizer. Escritas, tenho certo que te chegam.
Ver-te nascer era um desejo meuque a tua mãe cumpriu na perfeição, ver-te crescer até hoje um desejo antigo dequem sabe que ninguém dura para sempre.
Não imagino como está o mundohoje, mas garanto-te, onde quer que estejas, no teu mundo encontrarás o meuamor mesmo que não esteja aqui para te dizer.
Artur, o mundo é uma rodagigante, onde às vezes estamos em cima perto de todos os horizontes, outrasestamos bem em baixo a ver de lá os lugares onde gostaríamos de estar. Nunca teagarres a nenhum desses lugares como se fossem únicos, porque o apego é dosmales da vida, um dos mais difíceis de curar.
Mudamos de um lugar para o outro,de um trabalho para um trabalho melhor, de uma relação para uma relaçãodiferente, daqui para ali e vamos construindo o que somos enquanto caminhamospara o que queremos ser.
No teu caminho vais bater com acabeça, bater os pés e cair com o corpo todo. Serás o melhor e o pior entretantos, e serás sempre tu, o menino desta família que te ama, mesmos quando oteu computador desapareceu para estudares, ou estiveste um mês sem sair ànoite.
A tua mãe e o teu pai, e até atua avó ou uma namorada, esta ou outra que tenhas, vão dizer-te muitas vezes oque deves fazer, sobre isso eu não vou dizer nada, ouvirás besteiras que te cheguem e muitas opiniões nunca são boa coisa. 


O que digo e peço, hoje, quecompletas 20 anos é:nunca deixes que ninguém te diga o que devessonhar…

O sonho, é a estação e a certeza que podes chegar a qualquer lugar...



#PassaPorLá 
Photo @Myamar 2016
12
Mar15

Trocado

Carolina

Antes não vivíamos e arrependíamos-nos de não ter vivido, agora vivemos tudo para depois nos arrependermos de termos vivido rápido demais! 

Antes os comprimidos não tinham contesindicacoes, e o cancro,  não matava, ninguém sabia que existia! O mundo trocou-se, como se de um ciclo se tratasse, e andássemos num tempo que se move entre hemisférios e lados distintos e se adapta, e se estranha e depois se entrenha... Para que no tempo a seguir o próprio mundo o ache errado e o mude.
 
Anda tudo trocado, o certo, o errado, bebemos bebendo como se néctar secretariasse, deitamos o melhor no lixo sem hipótese de reciclagem... 
Trocamos o nosso mundo melhor pela hipótese de ele nunca existir, porque ele se trocou no seu caminho, entre o bem e o mal, que deixou de os conseguir ver! Deus esqueceu a cura, e o demónio já não conhece venenos... E o mundo esqueceu-se de quem é! 

Sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2006
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D