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Passa Por Lá

Passa Por Lá

29
Dez17

O meu querido Dezembro e os 6 meses do Xavier!

Carolina

34 anos, 6 meses de Xavier, o nosso primeiro Natal, um ano que acaba, tudo no meu querido mês de Dezembro.

Mais velha, em busca de determinação e energia para uma serie de planos, chego a Dezembro cheia de esperança e muitas vontades.

Chego a Dezembro e vejo o Xavier a crescer muito, a deixar para trás a expressão de bebezinho. Cresce-lhe o cabelo, adora estar sentado, só quer estar de pé e teve como prenda de seis meses um dentinho a romper, uma mar de baba e tudo o que se pode imaginar na boca.

Chegamos juntos aos seis meses, juntos estamos de parabéns, ele pelo mundo que descobre e todos os seus progressos, eu pelo mundo que só agora vejo e todas as pequenas vitórias do dia-a-dia. 6 meses de alimentação conjunta, muita mama de fora e muitas conversas às quatro da manhã.

6 meses em que muitas vezes pedi ajuda e opiniões e outras tantas ou mais, mesmo sem pedir, fiz de conta que nada estava a ouvir e segui o meu instinto. 6 meses a olhar para um menino que é hoje simpático, curioso, risonho e bem disposto (se não estiver com fome). Adivinha-se falador e irrequieto. Adivinha-se feliz pelo sorrisos que faz quando nos vê. Advinha-se mimado e adora beijos. Eu vou aproveitar porque num abrir e fechar de olhos chegará o tempo em que me vai pedir para o deixar longe da porta da escola se o quiser beijar antes dele sair.

6 meses e o tempo passou a voar. Não sei bem quando deixou ele de ser o pequenino que só comia e dormia para ser o menino que tem um brinquedo favorito, uma música que mais gosta de ouvir, uma posição para dormir. Não sei bem como passaram estes 33 onde nasceu uma mãe que de ser mãe nada sabia.

 

6 meses, olho para ti  recordo como se fosse agora o instante em que os 3 juntos ficámos ali na sala de partos a ver nascer a nossa família. Em que eu e o teu pai sem tirar os olhos de ti, fomos felizes e estremecemos num misto de sentimentos que nos transformariam para sempre. Pudesse o tempo parar e eu diria que naquele istante parou e foi todo nosso.

6 meses em Dezembro, seis meses junto ao Natal, que foi todo dele, que juntou embrulhos sem fim de lembranças e presentes de pessoas que nem conheço bem, amigas dos avós e nossas que quiserem assinalar o Natal do pequeno Xavier. Xavier que como presente favorito elegeu sem margem para dúvidas e a muitos pontos de distância do segundo lugar o papel de embrulho.

Dezembro corre  para a sua contagem final, encerra o ano que me trouxe a perfeição e certeza que nunca mais estarei sozinha. Termina o ano em que estive mais só, que aprendi primeiro a  preencher tanto tempo e depois viver sem  tempo para nada, o ano em que aprendi a respeitar o tempo dos outros, a esquecer-me do tempo muitas vezes. Dezembro que encerra o ano em que tudo mudou, em que a vida entrou por um ciclo onde a importância das coisas deixou de ser o mais importante. 

O ano dos 33, o ano da minha família de 3, o ano do meu menino, o ano da mulher que é agora também mãe. O ano em que dei aos meus pais o presente de serem agora também avós. O ano banho maria para um mar de coisas, o ano via rápida para outras tantas. 

Um ano de amor. Fecha com o meu querido Dezembro, que podia demorar-se mais um bocadinho, fecha com o Xavier a crescer a todo vapor e a caminho de muitos pratos de sopa. 

Meu querido Dezembro que sejas "agoiro" para o Janeiro que já espreita, não me deixes esquecer de ti!

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20
Dez17

34. O meu dia de aniversário....

Carolina

Ainda há tão pouco tempo passeava por Amesterdão com um bebé na barriga e já passou um ano, passeio por Lisboa com um bebé ao colo e mais velha.

Cheguei aos 34, pela primeira vez observo rugas e enervam-me os cabelos brancos. Algum cansaço faz-me sentir realmente mais velha. Sou hoje mãe, já o sentia no ano passado, mas sinto-o o agora de forma diferente, tenho mais 2 olhos a ver-me e acompanhar-me.

Num ano, em que quase tudo se resume ao Xavier, sou grata por ele ter nascido bem, por crescer a cada dia, por me fazer sentir, sem nenhuma dúvida, a pessoa mais especial do mundo, mesmo nos dias em que toda eu sou olheiras. Um ano em que tenho de agradecer muito a quem tenho ao meu lado, pelo apoio , pelo amor e pela paciência. Aturar uma Carolina em dias normais é dose, aturar uma Carolina com hormonas em ebulição é qualquer coisa.

Os 33 serão sempre o ano em que nasceu um mãe. O ano em que deixei de ser tantas coisas, para que possa ser outras, o ano em que começa toda uma nova vida.

Tenho que agradecer aos amigos, que se mostraram presentes, quando o tempo de um bebé nos engole, mas eles insistem em não se esquecer de nós.

Agradecer por ter uma mãe que em muitos dias foi a única pessoa a ouvir-me e a levar com tantas incertezas nesta tarefa de ser mãe. Um ano que tenho desculpas a pedir, a mim, pela falta de calma, exigência desmedida e por medo de nem sempre fazer o melhor e também à maior amiga do meu coração por me ter esquecido do seu aniversário.

Peço que os 34 me tragam a energia e o tempo que me têm faltado para andar com algumas coisas para a frente. Preciso de disciplina e organização neste novo ano.

Os astros apontam para muita criatividade,mudanças e as coisas boas, como sagitariana estou preparada para mergulhar de cabeça e sem medos em novos projetos. Que seja um ano de realizações.

Que os 34 prolonguem a alegria deste dia, que tenham muitos dias de sol, longos almoços a 3, finais de dias inesperados e felizes com boas pessoas por perto. Quem venham devagar, serenos, com aquela luz, um coração cheio e um miúdo irrequieto e falador com ganas de crescer e conhecer o mundo.

Que venham e façam de mim, uma pessoa sempre melhor...

8BFDF3AB-8372-47B7-8AB1-A426133CD0F1.jpegObrigada a todos os desejos de parabéns que nos chegaram neste dia em que celebramos sempre  dobrar. 

Obrigado a quem inesperadamente me cantou parabéns no dia certo. as celebrações inesperadas são sempre as melhores. 

Obrigado e pronto é só isso. Agora é caminhar...

15
Dez17

Sim, Casei no dia do meu aniversário!

Carolina

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Um dia disse que ainda ía escrever sobre isto, hoje apeteceu-me. 

Sim, casei no dia do meu aniversário. um ano depois de ter sido pedida em casamento nesse mesmo dia. 

Ainda noivos de fresco, decidimos que não queríamos esperar muito para casar, um ano seria bom... olhos no calendário, saltou o dia 19 de dezembro, e ali os dois, concluímos que seria então um casamento de inverno, no dia de anos da noiva. 

Pouco depois, partilhávamos a notícia e a data da boda. 

Dezembro de 2015 seria um dezembro cheio e feliz. 

(E foi.

Mágico, memorável, lindo e cheio de luz num dia pequeno, sem chuva e com pouco frio, cheio de gargalhadas e aqueles de que mais gostamos por perto.

Foi o nosso casamento, mesmo nosso.)

 

Seguiram-se muitas opiniões, entre as felicitações e a alegria da notícia, muitos diziam: vocês são doidos, vai estar muito frio, é inverno, ninguém casa nessa altura, é muito perto do natal, ninguém vai ao casamento. 

Na verdade tivemos algumas pessoas que por desculpas parecidas, ou sem desculpa aparente e uma certa falta de vontade de ir a um evento no frio, mesmo com a desculpa de visitar a Serra da Estrela, optaram por não ir. Mas contrariamente a tantos comentários tortos, estiverem presentes quase todos os nossos familiares e amigos, numa festa mesmo muito bonita. 

Curioso foi que no meio de tantas opiniões, poucas pessoas, mesmo que o tenham pensado, tiveram coragem de me questionar ou tentar demover de casar neste dia. Lembro-me da Marta me dizer, isso não é bom, não coles esse dia a essa data. Tu vê lá. 

E (não é que) vi...

Uns meses depois, precisamente oito,a vida fez-me pensar sobre isso, se me teria arrependido, se teria feito mal, em juntar a um dia feliz só meu, um dia a dois. Se num primeiro momento me chamei de tola, romântica exagerada e parvinha, de seguida pensei que mesmo com tantas voltas, voltas que não tinha pedido, tinha sido um dia de aniversário feliz, mais, tinha sido um dia muito mas mesmo muito feliz, faria parte da minha vida para sempre, mesmo que meses depois pudesse ganhar todo um outro sentido. Assim senti-me parva, até um pouco triste mas nunca arrependida. Percebi que há coisas que o amor não nos deixa ser, como  por exemplo egoístas e querermos o dia do nosso aniversário só para nós...

Confesso que ainda ouvi a Marta, depois de um desabafo de raiva meu: bem que te avisei. 

Quase a fazer anos, mais uma vez, penso nos dilemas de querer fazer algo numa data tão próxima no natal, ou seja, ou penso em tudo em setembro, aviso as pessoas com uma antecedência tamanha,ou é impossível porque há sempre coisas a acontecer nestas alturas, seja trabalho, seja a festa da escola dos putos, sejam férias....

Os mesmos dilemas, agora menos tristes de quando era criança e nunca podia festejar o aniversario na escola, por já estar de férias, por estar numa classe com mais dois meninos da minha idade, por ser difícil fazer uma festa grande. 

Casar a 19, permitiu-me  celebrar com todos um dia em que sempre sonhei fazer uma grande festa.

Casar a 19 era ter um dia de aniversário diferente, desta vez com as pessoas do meu coração por perto. Casei a a 19 de Dezembro e assim  foi.

Era uma vez uma menina que queria uma festa de aniversário fantástica e as 32 anos teve um aniversário de sonho.

Atenção que os meus aniversários não são infelizes e são às vezes íntimos, intensos, mas muito especiais, mas ter um festa grande era um desejo que vinha a ganhar forma desde o tempo em que o ultimo dia de aulas nunca ultrapassava o dia 18. 

Sim, casei no dia do meu aniversário, sim quase me arrependi... Sim foi um aniversário muito feliz. 

 

Já casada , avizinha-se mais um aniversário, mais uma vez não sei bem o que vou fazer, neste que é o primeiro aniversário em que sou mão e em que são as nossas bodas de algodão. 

Certo é que estaremos este ano os três de parabéns... mas eu sempre um bocadinho mais. 

E acho que vai ser assim para o resto da vida, celebre o mundo o que celebrar dia 19 de dezembro será sempre o dia em que nasci, o dia em que sou feliz e grata por isso. 

Venha ele... cheio de coisas boas!

 

 

03
Dez17

5 meses e um bebé...

Carolina

Num abrir e fechar de olhos, chegámos aos 5 meses. 

O tempo não para e faz-se notar. O Xavier cada vez menos bolachudo, está cada vez mais crescido, activo e a tentar descobrir por ele as coisas que o rodeiam. Calhou-me um bebé simpático, adora pessoas e um ou outro brinquedo também. 

Tem cocegas, as suas gargalhadas são gigantes e deliciosas, chora para comer, agarra-me as mãos para que não fuga quando adormece. Sabe bem que o pai é muito mais brincalhão que eu e adora. Come os pés a toda a hora e a Girafa Sofia é uma menina nas suas mãos, eu tenho pena dela, é um rio de baba.

Curioso, não tivesse ele a quem sair, quer estar sempre de pé, olha e mexe em tudo. Como qualquer criança desta idade, mexe com as mãos e com a boca também, como se esta fosse um forma dele conhecer o mundo.

5 meses e tenho um bebé. Parece-me que não tarda vai ter dentes, não tarda tenho de pensar em vê-lo a sair todos os dias para a creche e daqui a um mês a experimentar a sua primeira comida. 

5 meses e muitas roupas novas arrumadas na gaveta, que mostram como cresceu rápido, como o tempo é veloz, como não é preciso muita coisa para que um bebé seja um bebé. 

5 meses do olhar mais doce, do cheiro mais terno e do sorriso mais bonito do mundo. 

Olho para ele com saudades do bebé inchado e pequenino que vi nascer, mas com uma certa perplexidade por ter feito uma criança assim. 5 meses a babar, a suspirar e comtemplar como nunca.

5 meses de mãe, ando ainda a aprender o que é o tempo e o que fazer com ele. A prioridade é o Xavier o que significa muitas vezes aprender a viver sem planos, ou estar prepararda para os mudar mesmo na última da hora. 5 meses em que deixei de fazer coisas simples como ler, ver um bom filme, ir ao cinema ou fazer as unhas com a frequência que queria. 5 meses e começo já a voltar a ter as minhas rotinas. 

Pouco a pouco esta família de 3 arruma-se e ocupa o seu lugar. Família onde pai e mãe não se podem nem devem sentir mal por encontrar espaço para as coisas que gostam, tempo para as suas coisas. Acredito que o tempo vai no ritmo certo, por tudo no lugar, acredito que estamos os dois a fazer a coisa certa. 

5 meses e o Xavier é um bebé com sorte. O pai tem estado por casa, eu também e acabamos por conversar com ele, dar colo, acompanhar, estimular, brincar e dar muito mimo. Nem todos os casais conseguem ter este tempo com os filhos, nem todos os pais e mães conseguem contar com a ajuda dos maridos e mulheres para organizarem o seu tempo e fazerem outras coisas. 

O pai em casa tem sido muito bom para ele, mas muito bom para mim também. 

Os dois, tentamos fazer as nossas coisas com ele. Saímos para almoçar e jantar, passear e tentamos que a nossa vida seja próxima do que era antes dele chegar. Claro que há toda a logística em sair de casa que antes não imaginavamos sequer, mas tentamos descomplicar. Sermos 3 é diferente de sermos 2, já se sabe. A mochila dele está sempre pronta, para que seja só pegar e sair.

5 meses que passaram a correr, entre todas as coisas que um bebé traz mais as coisas que a vida nos vai trazendo, sinto muitas vezes que o tempo está a correr  depressa demais.

De quando em vez aparecem umas horas calmas mas  confesso, acabo no sofá sem fazer nada e a tentar não pensar em muito. 

Estranho se este tempo se alonga e lá vou eu espreitar e ver se o puto está a respirar.

5 meses de um ano em que viajamos uma vez, 5 meses e queríamos sair com ele agora, mas este frio e a tosse dele, podem não ser as condições ideais para o fazer, mas uma pessoa tenta trazer a criança para a nossa rotina, e não desiste da ideia de ir, vamos ver se conseguimos.

5 meses e saímos para jantar os dois, deixámos o rapaz com a avó e não correu nada mal. 

5 meses e entrámos no modo festa. O Xavier ri, abana os braços quando nos vê, da gritinhos, quer conversa e interage com outros meninos, com a sua imagem no espelho e adora os banhos. Fala pelos cotovelos. Começam a sair as consoantes cantadas e ás vezes juro que quase me parecem pequenas palavras os sons que ele faz nas nossas longas conversas. Adora música, dançar ao meu colo pela casa, adora beijos e ter as minhas mãos na sua cara, é um mimado que adora sentir-nos por perto.

As noites acalmaram e eu agradeço, porque o cansaço já se estava a instalar. Volta na volta, sempre depois de dizer, que há duas noites que corre tudo tão bem, ele faz o favor de me lembrar que não é bem assim, mas está mais fácil ficar em pé durante o dia. 5 meses e tem o acordar do pai, vagaroso e rosnador. Uma pessoa carrega-os 9 meses e depois são iguais aos pais. O que fazer?!

Tenho uma família de 3 e ás vezes parece que nem dei conta que chegámos aqui. 

Há um ano estava em casa de repouso a começar novembro sem saber bem o que ia acontecer ao ser pequenino que tinha na minha barriga, agora está cá fora e penso tantas vezes nas coisas todos que o mundo lhe vão fazer acontecer. 

5 meses dele, de nós e de muitas coisas que estão por vir. 

uma aventura de cada vez, passo a passo, mês a mês, com ele no colo e com o coração cheio de amor. 

 

 

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