09
Out06
inesperado
Carolina
esta é a historia do vento,
não do vento que passa,
não do vento que canta,
mas do vento que vem,
vento que volta, vento que fica,
é a história sem fim,
história que vive, que come,
que ri, que chora,
história que cresce no inesperado da tempo,
na madrugada da noite.
um dia, no inesperado da hora,
entraste pela janela ainda pouco aberta,
um dia vieste assim, no vento,
não sabias voar e chegaste ali,
não sabias quem era, e ficaste ali,
não sabias onde podias ir mas ficaste…
não pedi, mas tinha-te ali, no vento
não te olhava mas estavas ali, no vento,
não te tocava mas sentia ali, no inesperado do vento…
não digo, mas sabes,
escancaraste a janela,
deixa-la assim todos os dias, aberta
não te conto, mas sabes que sinto,
não te toco, porque espero que no inesperado no vento,
me alcances no momento,
não no que passa,
não no que canta,
não no que vai,
não no que nunca chega,
mas no inesperado momento,
em que queiras ficar…
não do vento que passa,
não do vento que canta,
mas do vento que vem,
vento que volta, vento que fica,
é a história sem fim,
história que vive, que come,
que ri, que chora,
história que cresce no inesperado da tempo,
na madrugada da noite.
um dia, no inesperado da hora,
entraste pela janela ainda pouco aberta,
um dia vieste assim, no vento,
não sabias voar e chegaste ali,
não sabias quem era, e ficaste ali,
não sabias onde podias ir mas ficaste…
não pedi, mas tinha-te ali, no vento
não te olhava mas estavas ali, no vento,
não te tocava mas sentia ali, no inesperado do vento…
não digo, mas sabes,
escancaraste a janela,
deixa-la assim todos os dias, aberta
não te conto, mas sabes que sinto,
não te toco, porque espero que no inesperado no vento,
me alcances no momento,
não no que passa,
não no que canta,
não no que vai,
não no que nunca chega,
mas no inesperado momento,
em que queiras ficar…
