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Passa Por Lá

Passa Por Lá

07
Jun17

Bagan, quando o Myamar é um lugar perfeito...

Carolina

Os lugares mais fantásticos do mundo quase nunca ficam perfeitos nas Photos, mas guardam-se na memória pelo momento que foram, pelo sentir que nos proporcionaram...

Chegamos a Bagan a tempo do nascer do dia, (depois de uma viagem assombrosa de autocarro nocturno) pés descalços frios, pingo no nariz, subimos ao topo de uma pagoda e entre mil câmaras e telemóveis estávamos entre outros que como nos viram centenas de templos brotar entre a vegetação e dezenas de balões de ar a voar sobre eles!

 

Um dos lugares mais incriveis que visitei, entre areias a atolar pequenas motas electricas, entre um céu carregado de estrelas cadentes, noites frias e dias quentes e áridos, Bagan está por ali, como quem está por todo o lado. 

Templos com frescos proteguidos e antigos, quase sempre fechados, templos antigos, templos reconstrúidos ao acaso, destruidos por sismos e por toda a história de tempo que ali têm passado, pousam para turista ver, como se aquele fosse agora o seu destino. 

Entre o nascer do sol, e os balões de ar quente que pintam de mais beleza a paisagem, mesmo que brotem de um negócio europeu e o por do sol que faz surgir a noite fresca, Bagan é se dúvida especial.

Encerra uma beleza do Miamar, diferente da montanha, do rio, ou das cidades que se parecem com a Indía. 

Guarda em si uma essencia ancestral, que se visita ao ritmo do ciclo que é um dia onde o sol dita de que lado da beleza te vais sentar, de pés frios e sem sapatos a comtemplar. 

 

Myamar foi o nosso segundo stop da nossa volta ao Mundo, que fez parte da nossa louca lua de mel. 

Dias sem luz, falta de água e pequena estadias em lugares arcaicos, rodados em autocarros estranhos e maus, que nos levaram aos lugares mais perfeitos do Myamar. 2016

 

 

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21
Fev17

não se ama sozinho...

Carolina


o amor é um estrada, um caminho qualquer, desordenado onde nos perdemos sempre mais do que nos encontramos.
o amor é um tempo pequenino em tic-tac gigantes, enrolado em sol abrasador e tempestades de neve.
o amor é quase sempre uma interrogação, por vezes uma afirmação cheia de reticências.
o amor é bem e mal num jogo de roleta russa, sempre mais cinzento que preto ou vermelho. sempre mais circular que quadrado.
o amor vive devagar num mundo que corre.
corre ás nossas costas e tantas vezes por rapidez demais se perde!


o amor é quase sempre um espera... e mais que o bom tempo da primavera, ou o calor do verão, o amor é quase sempre o viver devagarinho do relógio que marca horas enquanto simplesmente se espera que o céu limpe e o mau tempo passe...

o amor é a espera acompanhada que o bom tempo venha.
não se ama sozinho ... no amor que sabe esperar!

 

@el chaltén

2016

21
Jun16

o mundo também és Tu!

Carolina

Vai por aí encontra o mundo, não deixes que ele te abrace. 
Os seus braços serão sempre pequenos para o gigante que tens dentro de ti. 
Deixa que o mundo se cole na tua pele, e deixa que ela vá, até onde tu fores... os braços são pequenos para todos os sonhos que tens ou possas ter... o mundo também és tu!

Não há braços onde caibas quando há corações de onde não sais! 



Photo : #passaporlá, Cambodja, 2014
24
Mai16

amigos

Carolina

Abraçados mundo fora, diferentes e juntos, porque os amigos podem não vestir a mesma roupa mas não tem vergonha de passear com ela. 
Lado a lado como se o tempo fosse um desafio igual que os possa levar toda a vida no mesmo sentido. 
Sabem os crescidos que não, sabe o destino que no caminho há os que desistem de querer abraçar, há os que não querem ser abraçados. 
Sem dúvida o  mundo é melhor quando o partilhamos com quem aceita e respeita a diferença de sermos diferentes e não vai a lado nenhum só porque uma luz se apaga. 
os amigos sabem que é assim! 


photo: #passaporlá CA at Myamar 2016
16
Mai16

Sós não é Sozinhos!

Carolina




Podemos caminhar sós, seguir caminho com a bagagem nas costas, rumo a qualquer destino.
Desafiar o tempo, enganar o cansaço e passar com as nossas memórias onde não passa mais ninguém. Sentir falta de alguém para falar, para ouvir, para nos ajudar com a mochila ou com a saudade. 
Caminhar rumo a qualquer lado, a a lado nenhum... e podemos fazê-lo na solidão física de sermos só nós a caminhar. 

Mas nenhum caminho difícil é penoso,  quando o nosso coração não segue sozinho!

Photo: AD at  Fitzroy, Patagónia 2016 

#PassaPorLá

08
Mai16

Diferentes, Mulheres

Carolina
o contexto muda a forma com desafiamos o tempo em que existimos.
agir desafia o alinhamento do tempo que vem a seguir...

estava de viagem, o som do mundo e o peso da mochila junto à maquina fotográfica, e algures em Bali cruzámos os nosso olhar... 

estávamos frente a frente, eu a olhar para ti, tu a olhar para mim, com a certeza de sermos diferentes, mas igualmente mulheres. 

...olhámos-nos as duas com a estranheza de sermos do mundo onde podem caber todas as diferenças!


Photo: CA , Bali 2012
30
Abr16

à volta do mundo !

Carolina




a estúpida felicidade... 
o mundo é perfeito demais para acharmos que a felicidade têm de ser perfeitamente bela, arranjada, vestida e maquilhada... 
a estúpida felicidade de estar feliz  fica em pedacinhos em photos assim,  e em pedaços gigantes na memória...

patagónia chilena, Torres del Pain , Janeiro 2016 
Photo:  AD, #nofilter 
26
Abr16

Contemplar

Carolina
Há dias que não sei para onde vou, 
outros em que em pensamentos me atropelo. 
Há dias em estou sozinha
sinto que o mundo inteiro pode ser uma merda! 
E depois há o depois,
onde não saber para onde vou é uma aventura, 
onde alguém te mostra que para ser basta ter no caminho quem lá quer estar. 
Depois há os dias onde o sem sentido nenhum
 é a sorte grande de parar algures e poder contemplar...




Photo: CA at Ipamena, 2014

12
Abr16

Podemos sempre voltar!

Carolina
Dois pijamas para levar, um robe de inverno, dois rolos de papel higiénico que se amontoam no chão junto ao sofá, arrepios de frio, e olhar pela janela.  Sol antes de uma chuvada... 
A minha cabeça viaja. 
A simplicidade dos dias ganha uma dimensão diferente quando a única coisa que se quer mesmo ter é tempo.  Queremos que ele pare , se demore, e nos deixe estar por ali, a conhecer, fotografar com olhos a diferença, a novidade, o mundo. Encontros com a descoberta, com o desapego de viver com tão pouco e tão pouco chegar para estar feliz.
Andar pelo mundo com uma mochila, o pior dos penteados, roupa amarrotada e muita curiosidade é o meu Ferrari amarelo, é o meu bilhete para uma liberdade que em muito poucas outras situações consigo sentir.
Liberdade onde podemos sempre voltar! 

Sem horas marcadas para encontros com o desconhecido, com culturas e história, sem make up para enfrentar estradas de pó e com muito menos dinheiro que num dia normal em Lisboa, vou passando pelo mundo, aumentando a minha caixa de memórias e o meu plano de riqueza a longo prazo. Uma riqueza simples, sem zeros e vírgulas, com histórias e experiências.

Hoje o sol estava lá fora antes da chuva, há dois meses estava em Bagan, hoje eu estive por aqui com a minha gripe, a passar por lugares onde já fui, onde vou poder sempre voltar, e que  só a falta de memória um dia me poderà levar...

#passaporla
#photo AD at Bagan 




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