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Passa Por Lá

Passa Por Lá

30
Jan18

Tanta coisa para escrever...

Carolina

Estou há dias a tentar escrever um turbilhão de coisas...

O Xavier começou a comer e adora fruta. 

Voltámos ao Rio de Janeiro pela sexta vez. 

Levámos o Xavier. Foi a sua primeira viagem de avião, a sua primeira vez em tantas coisas.

Fizemos as nossas primeiras férias a 3. 

O Xavier fez sete meses. 

Subimos à Serra da Estrela para ver neve.

O marido ficou doente e fomos visitar uma urgência no interior do país.

Fomos experimentar lugares novos no Rio em em Lisboa. 

Voltei a usar o cérebro num novo desafio profissional, sem deixar para trás o que gosto e quero fazer este ano. 

Tenho os meus projetos a andar. 

Queria escrever sobre estas e outras coisas, mas não consigo. 

Entre tanto para fazer, foi a minha vez de ficar doente. 

Ando a fugir à urgência da cidade e a tentar que o miúdo não seja o próximo a sucumbir a estes vírus de inverno. 

Vamos lá ver se consigo. 

Vamos lá ver se me curo. 

Vamos lá ver se nos entretantos me encho de inspiração, tempo e vontade e alinho melhor os meus apontamentos. 

 

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05
Jan18

6 meses de maminhas de fora...

Carolina

Quando começámos esta aventura, depois do pânico nos primeiros dias em que escondi suplemento das enfermeiras que queriam à força que o desse ao meu filho, não sabiamos bem onde chegaríamos, mas cá estamos,chegámos aos seis meses de amamentação exclusiva.

Acreditem que durante estes meses a minha maior ajuda foi mesmo o meu instinto, mesmo naqueles primeiros dias em que nos passa pela cabeça que não sabemos nada sobre por a mama de fora.

Perdida e com medo comecei logo na maternidade a seguir o que achava certo. Um mamilo invertido e um bico de silicone, algum medo e não ligar muito a enfermeiras chatas, resultaram numa saída tranquila já com leite e sem sintomas da subida.

 

Zero mastites, Zero dor, parecia estar tudo tranquilo.

O meu objetivo seguia a ser o mesmo de quando iniciei esta caminhada, amamentar dia-a-dia, ver onde conseguia chegar. Confesso que senti muita pressão em que tudo corresse bem. Acho que nos nossos dias, existe tanta pressão para amamentar, como já foi forte a ideia que melhor era alimentar bebés com leite artificial, e que existe leites fracos. Uma mãe que não amamenta é hoje um bicho culpado de não ter leite ou não se esforçar, quando nem sempre as coisas são assim ou são fáceis. 

Contínuo a defender que uma mãe tranquila será melhor mãe, seja a dar mama ou biberon.

Nas primeiras semanas, acho que devido ao trauma da maternidade, pesar o Xavier significava ter um ataque de nervos. Um pediatra desdramatizador e a confiança que fui ganhando a amamentar em livre demandada fizeram o resto. Houve semanas de pouco aumento de peso, o Xavier gostava de mamar rápido e não engordava tanto apesar de mamar mais vezes. Mas mês a mês o seu desenvolvimento estava dentro da média e eu comecei a ficar mais tranquila. O pediatra dizia:fique orgulhosa do que está a fazer e não ligue ao que os outros dizem. 

Estar em casa permitiu-me chegar aos 5 meses e continuar a alimentar o Xavier só com o meu leite. Ao longo deste tempo ficou mais fácil por as maminhas de fora em qualquer lugar, o Xavier entretanto deixou de gostar de estar tapado e não houve fralda, pano ou avental de amamentação que ele quisesse, nada a fazer a não ser ficar tranquila e confortável com a amamentação, (esquecer as mamas flácidas e gigantes) sem reservas ou vergonhas.

Em casa, maminha de fora foi dress code muitas vezes. Amamentar tornou-se cada vez mais normal.

Até que sem explicação, entre o quinto e o sexto mês tudo se complicou, o Xavier descobriu que existia um bico de silicone que se podia tirar e resolveu brincar com ele, e à força toda quis mamar sem ele. Foram 5 dias horríveis, mais alguns menos bons que coincidiram com o meu ciclo menstrual onde por norma tenho menos leite.

Mas o mais grave e desolador, era ver que ele não sabia pegar no meu peito sem o bico e a última mamada do dia era terrível para mim e para ele. Ele queria mamar e não sabia e tentava e irritava-se, eu só de pensar que isso voltaria a acontecer entrava em stress. Durante a noite colocava o bico e ele lá se ia enganando, mas antes era desesperante.

Valeu o Stock do leite congelado, a bomba e o pai em casa. Muita paciência e uma nova rotina mais trabalhosa. Depois de o por na mama, ele nada satisfeito chorava e lá ia o pai com o biberon enquanto eu tirava leite. Pouco a pouco depois de muitos nervos e numa das vezes bem perto de desespero e de ter pensado em ir à farmácia comprar uma lata de leite, o Xavier aprendeu teimosamente a mamar, eu senti as dores nos mamilos que não tinha sentido no início da amamentação, tivemos os dois dias menos bons.

 

Passaram. Voltámos ao normal. O Xavier voltou a mamar tranquilo e sem bicos de silicone, sem fome e sem choro. Assim chegamos aos seis meses. Preparamos os agora a entrada no mundo dos sólidos, ando agora em busca de bons babetes para minimizar os danos normais.

Sigo sem expactativas, dia-a-dia, amamentar até quando nos fizer sentido e for compatível com a nossa rotina. Sem pressões, cobranças ou muitos planos. Confesso que me sinto feliz por ter chegado até aqui e por ter conseguido fazer algo que nas primeiras horas depois do Xavier ter nascido era ainda uma incerteza.

Nem sempre maravilhoso, fácil, muitas vezes controlador do nosso tempo e independência e alguns desejos, acabou por fazer sentido até agora. Daqui po diante todo um novo caminho, maminhas de fora, comida, as duas coisas, outra qualquer, vamos ver como corre! Vou seguindo o meu instinto com a certeza que vai correr tudo  bem.

 

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19
Nov17

Essenciais da mãe e do pai também #2

Carolina

Ao longo do tempo e com o Xavier a crescer fomos percebendo as coisas que mais facilitavam o nosso dia-a-dia. 

Nem todos os bebés são iguais mas vamos pesquisado aqui e ali, ouvindo a experiência de outras mães e claro estando atentas ao nosso bebé e a nós mesmos, para que a rotina se torne mais fácil. 

Cá em casa não passamos sem algumas coisas, como a banheira shantala, a bola de pilates ou o pano de que já falei e outras como: 

- a cama ninho da gloop 

  O Xavier adora e o sono melhorou bastante. Durante a noite colocamos dentro da alcofa, durante o dia, facilmente vai para o sofá ou para o berço no quarto para que possa fazer um dos sonos da manhã ou da tarde. Sempre que saímos para dormir fora ou visitar alguém facilmente vai connosco pela facilidade com que se transporta. Estamos muito satisfeitos. 

 

- chá de funcho biológico Clipper

  Começamos por compra em folhas, mas não era muito prático quando estava sozinha. Encontrei este e saquetas, e quase todos os das bebo pelo menos um litro, bom para os gases do bebé, ajuda a mãe no inchaço e ainda na produção de leite. Compro sempre no continente. 

Apesar da época das cólicas já ter passado, ficou a rotina do chá diariamnete , acaba por ser mais uma forma de beber água sem que me custe tanto. 

 

- bomba para tirar leite

  Temos em casa a bomba da avent, foi-me emprestada e estou satisfeita. Tenho usado mais vezes para poder aproveitar o tempo que o pai passa em casa. Com leite no frigorífico, consegui voltar aos treinos descansada e deixar a criança entregue ao pai, que facilmente a consegue alimentar. Neste momento é um essencial muito usado e importante na nossa rotina. 

 

- biberon e tetina Calma da Medela

  Quando amamentamos nem sempre é fácil que os nossos filhos aceitem mamar de outra pessoa e pelo biberon. Cá em casa temos o calma da medela e tem corrido bem. Tentámos outras marcas, mas até agora esta foi a que o Xavier mais gostou. Ele e o pai habituaram-se e corre bem, sei que apesar de alguma birra e resistência inicial ele acaba por mamar. 

Este biberon está indicado desde o inicio da amamentação por imitar o seio da mãe e levar o bebé a usar os mesmos músculos que usaria a comer diretamente da mama. 

 

Neste momento não passamos sem estes essenciais cá em casa, estão instalados na rotina de todos e são importantes para os nossos dias. Estas são as nossas escolhas, mas podiam ser outras, de outras marcas ou a outros preços. 

 

 

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Bom sono, boa alimentação e poucas cólicas ou gases, fazem com que o nosso bem estar seja maior. Já para não falar na importância que é para a mãe mulher poder sair descansada umas horas certa que o seu bebé fica bem e será bem alimentado. 

Nem sempre é fácil percerber no imediato as coisas que melhor se ajustam a nós, mas com os dias a passar, vamos conhecendo com mais facilidade o que os bebés gostam mais e ainda o que nos pode ajudar a ganhar tempo e a tornar os dias mais práticos e simples.

 

 

 

02
Nov17

4 meses e ainda o medo de não estar tudo bem!

Carolina

O tempo com o Xavier vooa, em todos os sentidos. 

Voa o tempo que o faz crescer e voa o tempo em que sinto muitas vezes que não tenho tempo para nada. 

Coisas que nos acontecem quando somos mães, algures no caminho nem sempre é fácil parar e ter tempo só para nós.

Quatro meses e é uma delícia vê-lo palrar, dar gritinhos, abanar as pernas e os braços quando nos vê. Olhar para tudo, preferir um boneco, saber que com o pai há mais palhaçada e que o meu colo é o melhor lugar do mundo para se dormir.

Ficamos, tito tótós, muitas vezes a ver como é giro um puto comer a água do banho e como descobre todo um mundo novo com a sua boca. 

A força com que quer que o deixemos sentar, ou ficar direito como se quisesses estar sempre de pé e o seu sorriso, levam-nos a pensar que bom que é tê-lo, que perfeito que é. O pai diz muitas vezes que ele devia ter vindo mais cedo, eu não vou tão longe, mas sei reconhecer que a vida é toda outra depois de termos o Xavier por perto e é bom ter quem nos prefira sempre, mesmo descabeladas, sem banho tomado, com uma roupa a cheirar a iogurte fora de validade há 3 meses e umas olheiras de metro e meio em profundidade. 

Quatro meses de coisas felizes e pequenas conquistas que o vemos fazer, ele cresce, e nos vamos fazendo upload neste trajeto nem sempre fácil de pais. 

Quatro meses e desde que o tive nos meus braços que muitas vezes tenho medos. Medos por ele. Medos que não esteja bem. Medo que algo lhe aconteça, medo de não saber ser ou fazer o melhor. 

Muitas vezes acordo com as incertezas todas nas costas e no peito. Já o achei autista, mesmo sabendo que estava quase a surtar, temia que não visse ou ouvisse, penso que pode ficar triste se o angioma no rosto não desaparecer como dizem e mais uma serie de coisas que por vezes me passam pela cabeça. Quatro meses e ainda cordo muitas vezes e penso: será estará tudo bem.

(desconfio que será uma sensação com lugar permamente cá dentro, vamos ver...)

Depois de todas as incertezase  de temer que possam acontecer, a conclusão é sempre a mesma, seja como for, tenha o que tiver, venha o que vier, tenho todo o amor para lhe dar, para o aconchegar junto a mim e o proteger,  tenho vontade fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que seja sempre mais feliz. 

Quatro meses de Xavier, são quatro meses de uma nova família de 3, são quatro meses de uma pequena mãe em construção. Entre tantos medos, nada me sossega mais, que as suas gargalhadas, o seu olhar tranquilo e o meu acreditar  que é essa a sua forma de mostrar como é feliz. 

Quatro meses, intensos, estranhos, diferentes, bons, menos bons, em que cada dia os desafios são para ele que cresce e para mim, a mãe, que aprende também a crescer. 

O meu coração transborda, a minha alma sorri e às vezes chora, a emoção ultrapassa o lado duro que já tive, o meu mundo entra em pausa vezes sem conta... e às vezes, tantas vezes tenho medo. Medo de não ser a melhor, não fazer bem, não estar lá, medo de não saber tudo o que vais querer saber, medo de deixar por fazer, de estar cansada, medo de ficar doente... mas o medo maior entre um pedaço dos dias imperfeitos e a perfeição de te ter na minha vida, é o de algum dia te perder...

Se algum dia te perderes meu Xavier, que seja de amores pelo mundo, aquela que agora te mostro da nossa janela.

Tudo o resto, seja o medo do tamanho que for, juntos vamos fazer com que passe, que parta ou que não seja uma eterna barreira no caminho que tens para fazer! 

 

 

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31
Out17

Coisas que não sabia antes de engravidar! #1

Carolina

Antes de engravidar existe um mundo que de coisas que não conhecemos, nem imaginamos e quase de certeza não ouvimos falar, se ouvimos não prestamos atenção. 

Costumo dizer, que são aquelas coisas que ninguém nos diz, nem convém falar delas muito alto. 

Verdade, verdadinha, quer a gravidez, quer a maternidade,  na maior parte das vezes, são uma fase linda, única, maravilhosa em que as mulheres ficam radiantes, mas muitas coisas que chegam depois, outras tantas acontecem e nem sempre são assim tão boas. 

Ninguém nos diz que amamentar dá uma fome de loucos, só nos dizem que emagreces num instante... (se passares fome claro). Não dizem que as moscas e os cães adoram o cheiro a leite e nos melgam um bocadinho, não dizem que os teus pés crescem e podem crescer muito... que a privação de sono nos pode levar à loucura.

Basicamente há todo um simples romance em volta da gravidez e do nascimento de uma criança que não se deve incomodar com estas pequenas coisas, que eu não sabia antes de engravidar. 

Coisas pequenas, verdade, mas que para a mulher que também é mãe, nem sempre são muito agradáveis.

Antes de engravidar não imaginava que no pós-parto iria ficar careca. Mal sabia que o cabelo tinha tendência para cair. 

Foi já grávida que li qualquer coisa sobre o tema e ainda sobre as hormonas que precisam de tempo para se organizarem novamente. 

Mas apesar de ter lido, não imaginava nunca que ia ver cabelos aos molhos na almofada, no chão da casa, na escova, na roupa, nas mãos do miúdo. Um simples banho chega para deixar o ralo coberto. Ver o cabelo assim cair é terrível.

Há umas semanas atrás foi assustador. Grandes mexas a deixar a descoberto entradas e o minha cabeça também. 

Procurei inicialmente algumas dicas mais naturais e caseiras, mas quase todas já estavam no rol do que vou fazendo mesmo sem a queda,  

. comer muita gelatina e alimentos proteicos

. passar água fria no final do banho (que não deve ser muito quente)

. massajar com óleo de coco

. colocar folhas de gelatina nos batidos de fruta e vegetais. 

 

Com a queda a aumentar muito, em especial depois dos 3 meses, tive de tentar algo mais forte. Encontrei algumas referencias a produtos com bons resultados, embora estivesse condicionada  pela amamentação. Percebi ainda que qualquer tratamento mais longo pode ser um rombo para a carteira. 

Inicialmente apostei num shampoo mais barato, da Garnier acabou por ir para o saco do ginásio, onde confesso tenho ido pouco, depois noutro mais eficaz de uma marca bem referenciada: Ecophane. Sem muitos resultados visíveis na minha cabeça, mas pequenas melhorias, na quantidade de queda. 

Acabei por comprar um tratamento de ampolas para 3 meses, da Kerástase, compatível com a amamentação, que vou complementar com shampoo da mesma linha e esperar que os resultados comecem a aparecer. para bem da minha cabeça, do meu aspeto e do dinheiro que gastei.

Ver-me sem cabelo, muitas vezes sem ter tempo para o lavar e entre as coisas da casa e do bebé, não é algo que torne os dias agradáveis. É verdade que toda a gente diz que passa e  melhora, que as hormonas se equilibram e a época da queda também passa. Mas também é verdade que é bem melhor tentar travar estas coisas. 

- Quem é que tem vontade de sair de casa e ouvir, estás a ficar com entradas?

Ninguém, certo. 

Ficamos melhores connosco próprias e mesmo com pouco tempo, tratamos um pouco de nós. 

Ninguém nos prepara para estes desafios da mulher depois da maternidade, são estas pequenas coisas que muitas vezes só sabemos depois de passar por elas... Talvez porque ainda se ache que perto de um bebé a crescer são coisas sem importância nenhuma. Eu, no entanto, continuo a crer que bebés saudáveis e felizes são aqueles com mães e pais felizes por perto, tenho a dizer-vos que há coisas muito piores, mas ver-me perder cabelo de forma bruta, sem fazer nada e sem melhorias, não me estava a trazer felicidade nenhuma...mesmo. Assim sendo achei melhor atacar já isto e pronto! 

Agora só espero que funcione. 

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21
Out17

As minhas noites - são como ele quer...

Carolina

Não sou uma daquelas mães sortudas que conta a todos os ventos que o filho dorme noites inteiras quase desde que veio para casa. Definitivamente não tenho o anjo do sono em casa. 

Quer dizer, tenho um, mas não é o meu filho, não sei se é por ser impossível existirem dois nos mesmos metros quadrados (nem depois de pedir muito,acreditem que pedi, que no sono ele saísse ao pai, tal não aconteceu). 

Como faço a amamentação em livre demanda, ter horários muito rígidos é difícil, mas na verdade há dias em que as coisas se mantém mais ou menos iguais. Certo é que se às vezes se trocam as voltas dos horários dos dias, nunca sei mesmo como vão ser as noites, por muito que seja fiel à rotina do sono. 

.Banho antes do período critico ou rabugento, já com média luz. 

.Conversa suave ou história enquanto passamos um creme hidratante com uma leve  massagem. 

.Boas noites ao pai e já não saímos do quarto. 

Maminha, ás vezes adormece outras vezes ganha pilhas, e ali ficamos até adormecer, que pode demorar 10 minutos ou 40. 

Certo é que até acordar podemos esperar 3 ou 5 horas, nunca sabemos, depois disse por norma quer comer de 2h em 2h ou 3 em 3. Lá me vou aguentado. 

Começou a ficar mais fácil quando começou a fazer as primeiras 5 horas seguidas, mas volta na volta esquece tudo e quer mamar quase a seguir a ter adormecido.

Já tentei algumas coisas, como mudar a hora do banho, já percebi que ficar acordado todo o dia não é solução para dormir mais à noite, sigo a máxima que um bebé bem alimentado durante o dia, mama menos de noite e até já tirei leite meu para um biberon para reforçar a ultima mamada. 

É oficial e concluo, que o meu piolho não passa fome, mas não o maior fã do sono, muitas vezes às quatro da manhã quer iniciar uma grande festa e mesmo à só com uma pequena luz de presença discursa para o prédio inteiro, cantarola, dá gritinhos e até faz a sua tosse falsa. Às quatro da manhã ele acha que é uma boa hora para mostrar todas as habilidades que já tem, por muito que explique, embale, vá para a bola de pilates, ponha chucha o rapaz  não percebe que são horas de dormir, até bocejar, esfregar a cara com a fralda e começar a rabujar. 

Apesar de ele ser dono das minhas noites e eu me sentir um cocó devido a esta privação de sono, que me deixa mole, rabugenta e sem forças nas primeiras horas da manhã, as coisas têm melhorado muito no que respeita o sono dele. 

E eu, eu vou-me orientando, o que significa fazer tudo o que nos dizem que não se faz, como tira-lo do berço e levá-lo para junto de mim. 

Digam o que disseram, que fiz mal, que é mau hábito, e isto e aquilo, que nem consigo enumerar bem, o meu filho acalma-se encostado ao meu peito, enroscado a mim, perto da mãe, a sentir o meu cheiro, muitas vezes quando rabuja de pouco mais precisa de que esta noção de segurança e mimo que o protege, que o faz voltar a dormir. 

Para lá disso se posso abraça-lo, aconchegá-lo num instante e os dois dormirmos de seguida calmamente, ganhamos os dois. Ele treina os seus sonos mais longos e com menos despertares, eu descanso mais e sou uma mãe menos rabugenta e cansada ao outro dia de manhã.

Confesso que o tema do sono é quase como o tema da amamentação, não gosto muito de falar sobre ele, principalmente com mulheres. Mulheres significa mil receitas e opiniões que muitas vezes só servem para nos baralhar e por o nosso papel em causa e à força nos querer mostrar os nossos erros. 

Assim quando me perguntam: Ele dorme bem? Dá boas noites? 

Fico-me por um mais ou menos ou sim, acorda para mamar. 

Sem ser mentira, não dou aso a receitas, opiniões, dicas sobre horários, leite, fome ou sorte ou azar de ter um filho a dormir 10h seguidas numa noite má e sermos nós uns ets porque na nossa casa não é assim e se não é, estamos a fazer alguma coisa mal.

Não sei se estou a ser branda demais ou pouco dura com este tema, mas cada bebé é um bebé e seguimos a fazer com o Xavier o que é nos parece melhor para ele e para nós também.

O Xavier te quatro meses, nem me posso queixar que faça birras ou chore durante a noite, gosta de mamar, acorda quando quer e não se preocupa com o tempo. Faz festas durante a noite e confesso, que mesmo louca, despenteada e a desejar profundamente dormir, derreto-me quase sempre quando quer conversar às tantas da manhã e no escuro me procura com as suas mãos. 

O Xavier é um pequeno menino que domina as noites lá de casa. E sim, as minhas noites são como ele quer e eu ando sempre a tentar que sejam mais fáceis.

 

 

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12
Out17

Quase 4 meses depois, começo a ter uns dias meus!

Carolina

Ouvimos dizer muitas vezes e muitas vezes dizemos: estou  a precisar de uns dias só para mim... 

Neste momento, cá em casa, embora não o verbalize muitas vezes, sabemos que bem precisava de um tempinho, para dormir, fazer umas arrumações, ir ao ginásio de forma mais regrada, sair para passear, ou simplesmente não fazer nada. 

Muitas vezes a minha cabeça também carece de alguma actividade e sente-se da falta da turbulência dos dias agitados, mas cada coisa a seu tempo.

Neste momento, sabemos que estes tempos implicam ginástica e muita colaboração, para que o príncipe se sinta feliz e contente no seus dias e consigamos manter as suas rotinas. 

Não tenho muito tempo para dormir, não consigo dormir durante o dia, ainda não me habituei. Tenho ido algumas vezes treinar, não tantas como gostaria mas já comecei a fazer umas coisinhas só comigo. Falta mesmo o descanso, mas muitas vezes entre uma coisa e outra, acabo por preferir fazer algo e esperar que as noites sejam melhores. 

O Xavier tem quase quatro meses e entre a ginástica necessária, a vontade para fazer algumas coisas e o tempo que realmente tenho, começo a ter momentos no dia em que faço ou vou para algum lado sozinha. 

Mais que dias meus, começo a ter aqueles momentos em que vou fazer alguma coisa sem Xavier. É verdade que com alguma preocupação, às vezes até com alguma saudades, mas com a tranquilidade de quem se sente bem, nestes pequenos passos de regresso à autonomia.

Quatro meses depois, já consegui almoçar e passar a tarde com as amigas, ir ao shopping trocar umas coisas que comprei online, tirar uma manhã inteira para cabelo, unhas e massagem. 

Penso muitas vezes que estes momentos só são possíveis porque me coordeno com alguém, nem sempre é fácil aceitar as contingências, mas podermos ter estes momentos é muito positivo e sinal que as coisas se alinham para que novas rotinas familiares se instalem.

São pequenas coisas, mas coisas que ajudam a que um mãe de primeira viagem no fim de uma semana, se sinta para lá de mãe, pessoa, mulher, e que entre fraldas, roupa e mamadas, consegue ter um bocadinho do que tinha antes da criança nascer.  

Não tenho os pais ou familiares perto, mas salva-me uma bomba extratora de leite, os biberons da medela e os horários do pai da criança que cuida dela tão bem como eu. Confesso que me sossega sair de casa e deixar dois rapazolas no namoro, pouco importados se vou demorar uma hora ou 4.

Sinto que o Xavier é uma criança com sorte por conseguir estar tanto tempo na companhia do pai e da mãe nesta fase.  

Nestes últimos dias tenho conseguido sair, ir ao cabeleireiro, arranjar-me um pouco mais, almoçar com amigas e apanhar um pouco de sol de forma despreocupada. 

Agradeço ao S. Pedro este verão de S.Martinho antecipado. Agradeço eu e a minha sanidade mental. Este sol e esta Lisboa juntos ajudam a recarregar a vitamina D que este ano me faltou. 

Não agradeço ao pai da criança, porque sabemos os dois que juntos somos uma equipa a fazer bem o nosso papel de pais para que a balança se equilibre e esta família de 3 seja saúdavel e feliz, mas ajuda muito saber que ele tem um jeito especial para tomar conta do filho, ajuda muito poder sair de casa na certeza que estamos todos bem. 

Pouco a pouco, quase 4 meses depois, começo a ter dias meus, dias em que mesmo quando saio só, num vou ou regresso sozinha!

 

 

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03
Out17

As noites!!!

Carolina
Às vezes fica com o pai, longe do quarto, na alcofa ou no colo, dormem os dois umas horas. Não é muito bom para as rotinas, mas uma mãe estoirada, mal humorada com falta de sono também não é. Lá vem, depois, o pai com ele nos braços para mamar e o deixa ficar por minha conta o resto da noite.
 
 
Estas horas, sejam 2 ou 3 ou mais, valem ouro. Despreocupada consigo dormir e acordar sem me lembrar com o que sonhei, o que quer dizer que dormi, verdadeiramente.

Às vezes ele dorme cinco horas seguidas, às vezes nem duas... As noites são sempre diferentes.

O pai mudou de trabalho e às vezes ficamos só os dois. Noites inteiras de cama só para nós. Viva o ninho que deixa que ele fique ali pertinho e mesmo à mão para o aconchegar e alimentar. As noites que nunca mais passo sozinha não são fáceis, o pai não está para trocar aquela fralda enquanto eu respiro aqueles minutos, o pai não está para uma massagem que alivie as cólicas, ali ficamos só os dois e a noite, entre a hora de mamar, o meu sono e o teu, entre a minha vontade de dormir e o teu  bem disposto e conversador despertar entre as seis e às sete da manhã. Alguém te podia explicar que a essas horas ninguém brinca, ou canta, tirando uma ou outra pessoa a sair do lux, ou um madrugador a sair para trabalhar, a cidade ainda dorme (apesar o meu filho achar que não).

Em quase todas as noites o meu sono não pega, fica leve como penas, está sempre à escuta, sabe decifrar o teu respirar... As noites nem sempre são fáceis. Sinto-me a despertar logo depois de adormecer e às vezes sinto-me dormente, meia perdida a vaguear, interromper os ciclos de sono tem destas coisas.

As noites não são fáceis, mas são nossas. Passam a correr, que nem o meu sono, que acreditem é muito, as pode parar.

As noites essas que nunca mais me deixaram dormir igual, logo a mim, que nunca fui pessoa que adorasse dormir.

 

As noites, algumas em que sonho dormir noites inteiras, mesmo quando antes não precisava de as dormir.

As noites, muitas em que ficas ao meu lado quentinho e te perdes da tua própria fome por mais uma horas. Horas mágicas de soninhos bons em que o único que dorme mesmo bem és tu... e a única que fica por ali entre o dormir levezinho ou o  quase a dormir, sou mesmo eu.

As noites, esse desafio para quem é mãe e pai, para quem tem cérebro e corpo, vida e coisas para fazer... e quase sempre, mesmo com muito sono acaba por conseguir, sobreviver e viver depois de todas elas!

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29
Set17

O Xavier já fez 3 meses!

Carolina

Foi ontem. 

Passou tão rapido este quarto trimestre de Xavier, que se notam nele todas as grandes mudanças. 

Dizem que os bebés precisavam de mais 3 meses dentro da barriga das mães para estarem melhor preparados para enfrentar o mundo cá fora. Não sei ao certo se seriam só 3, ou se 3 meses é demais, mas sei que olho para ele e nestes últimos dias cresceu imenso em todos os aspetos. Está diferente, crescido, nota-se o tempo a passar.

Mais horas de sono há noite, quando não lhe dá muita fome ou mimo, muitas gragalhadas, sorrisos, chamadas de atenção com gritinhos e tosse falsa. Olha para todo lado, estende os braços e faz força na direcção do colo que deseja, aninha-se para receber mimo. Ri muito, mesmo muito. 

Descobríu as mãos e está a descobrir os pés. As mãos na boca fazem rios de baba, e lá nos rendemos aos babetes.  Faz biquinho, odiou as vacinas, adora o banho, detesta que o sequem com as toalhas de banho, está muito mais confortavel sem roupa, só quer estar levantado, adora sair de casa e já dormiu fora. 

No meio disto tudo, não vou falar do meu sono, do meu choro nas vacinas e do cansaço que às vezes me apanha e me deixa KO, das horas de contemplação, ou das vezes que lhe ponho a mão em cima da barriga gorda, enquanto dorme só para confirmar que o meu bem mais precioso respira.

Se me dissessem há 5 meses que ia fazer estas coisas, jurava por todos os santos que não! Dizem os sábios que tudo muda. Dizem e têm como as mães, sempre razão. :) 

Sou mãe de um menino há 3 meses, um menino com  tanto e tão pouco tempo. Já tenho saudades de quando ele era pequenino e muito enroladinho a mim parecia que nunca ia crescer. Saudades do choro que mal se ouvia, das mãos pequenas e muito fechadas, das roupas minúsculas que já arrumei, de achar que a alcofa era grande demais para ele dormir. O tempo passou, ficam as memórias, os momentos, vê-lo crescer é uma bênção, uma sorte.

Os 3 meses trouxeram-lhe mais consciência e uma pontinha de personalidade, e toda uma emoção de o ver deliberadamente a se aninhar em mim, procurar o meu peito para dormir ou destruir a minha cara com movimentos tontos das suas mãos. O tempo quase que para para ouvir as gargalhadas que dá, as conversas que já temos numa língua que nem eu sei. Cresceu a vida que ainda há nove meses era minha, que fazia de mim um nós redondo e gordinho e agora já é do mundo. 

Nos meses anteriores, para assinalar a data, saímos para passear e almoçar os três, fizemos umas fotos de recordação, aproveitámos o dia para estar juntos e estar com ele.

Desta fez, aproveitando que íamos estar fora uns dias e no regresso passar nos pais, resolvemos celebrar os três meses, numa espécie de festinha de mensário. O Xavier teve direito a bolo, velas e parabéns, pelo primeira vez.

Como estou longe dos meus pais e a única avó que ainda tenho, não vai para nova e já não se descola até Lisboa, pareceu-me que fazer uma pequena festinha para estarmos juntos e de os envolver um pouco nestes momentos do Xavier era uma boa ideia. Pelo menos o meu coração disse que sim, e não se enganou.

Rapidamente o pai tratou do jantar para não dar trabalho à avó e eu descobri uma menina na minha aldeia para fazer um bolo que marcasse o dia. A minha mãe compôs a mesa depois de saber das minhas intenções no dia anterior, confessando que também já tinha um bolo encomendado para celebrar a data. Rapidamente a mesa estaria cheia e nós à volta dela. 

Usando o modelo do Bolo do  do Xavier, consegui em dois dias  fazer e confirmar uma encomenda e assim ficou tudo pronto. Na sexta feira lá estávamos a festejar os 3 meses do Xavier com a Família da Serra, ainda que não incompleta (o meu pai e um dos meus irmãos não puderam estar ao jantar, mas compensámos no resto dos dias). 

O Xavier ouviu os parabéns com as luzes apagadas pela primeira vez, teve uma vela que não conseguiu soprar,como é óbvio e até teve uns presentes. 

Foi um dia muito feliz. Gostei muito, perto dos meus e com o sentimento certo no coração. 

Passaram 3 meses, pouco sabia do que me esperava, pouco sei do que aí vem.Continuo a ser uma mãe pirosa e a fazer coisas que nunca imaginei fazer, a aprender que nunca devo dizer nunca, que nunca devo dizer que não e que nunca sei o que está para vir... 

Que venham mais dias assim, felizes, cheios de amor para esta pequena família de 3.

Que venham mais datas para celebrar e agradecer, neste tempo que passa a correr. 

E assim, entre um piscar de olhos e umas quantas fraldas sujas, o Xavier já fez 3 meses!

 

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26
Set17

dormir fora, com um bebé!

Carolina

Isto de sermos 3, muda muito a forma de sair de casa para dormir uns dias fora.

A a ventura de ir e logo se vê para onde e vamos vendo como corre, com um bebé tão pequenino tem defircar adiada.

Já tínhamos estado uns dias nos meus pais, mas acho que não contam, no que se refere a sair com um bebé para uma escapadinha e ver como se adapta ele,a dormir fora de casa. 

Escolhemos uns dias de Setembro para sair rumo ao Alentejo, desta vez, não para a costa pelo imprevisível estado do tempo típico desta altura, e lá fomos nós e um carro demasiado cheio para Évora. 

A primeira coisa que aprendi é que um bebé não conta ainda como criança e a reserva continua a ser feita pela dois, com o pedido especial do berço.

Escolhemos contrariamente a outras alturas um lugar com condições para poder levar o Xavier sem problemas, apanharmos sol, mergulharmos na piscina e claro sairmos um pouco da rotina de casa  mais habitual dos ultimos meses. 

O que levei na bagagem para ele? Uma lista sem fim de coisas. 

Um necessarie com frascos de 200ml de gel de duche, creme hidratante e água lavante, tudo mustela. Foi-me oferecido por uma amiga no baby shower e dei um jeitão, vou guardar os frascos e recarregar, têm a medida certa para estas pequenas viagens. Juntámos a tesoura, o bebegel, compressas, pomada para o rabinho, a escova do cabelo do puto, luz de presença com o carregador.

Pensámos duas vezes, mas acabámos por ir com a banheira no carro, dá muito jeito que seja no formato balde, porque ocupa pouco espaço e não fizemos a loucura de entrar no duche com ele, ou usar o lavatório, experiência que vai ficar para outra aventura qualquer. 

Apesar de ser grande e um pouco menos prático que os ninhos que vemos agora nos sites mais na moda, não saímos de casa sem ele. Não cabe na alcofa do Trio da Chico, que também nos emprestara, mas colocado no berço ou até em cima da cama o sono do Xavier é mais tranquilo visto que está habituado a dormir nele. 

Foi-me oferecido por uma amiga também, mas se não fosse, seria um essencial a comprar e a ter em casa. Aliás já pensei várias vezes em comprar outro mais leve para levar comigo para algumas saídas. Ele adora dormir lá, odiava a alcofa até termos o ninho, as dormidas ao colo diminuíram muito. 

Um trólei com roupa só para ele para uma semana, 2 toalhas de banho e algumas fraldas de pano, 2 mantas, um ou outro brinquedo, o pano para o carregar e a brincar a brincar já ocupa quase toda a bagageira, se lhe juntar-mos o carrinho também. Um pacote de 40 fraldas e expectativa para ver se seriam suficientes ou não.

O certo é que para primeira experiência não correu nada mal, conseguimos tomar o pequeno almoço com ele, sempre bem disposto e tranquilo. Ir à piscina, jantar fora, sem stresses com a questão da amamentação em lugares cheios e com muitos turistas... e dormir. Estes dias fora aumentaram-lhe as horas de sono noturnas entre as mamadas, mesmo que o despertar bem disposto da criança fosse madrugador. 

Descansar, descansar é que já foi mais relativo. 

Entre toda a logistica e a atenção que ele quer para ele, valeu muito o relaxar, mudar de ares e a despreocupação com algumas coisas do dia-a-dia.  Parece-me que facilmente conseguimos repetir o programa, mas é melhor não fazer muito alarido não vá correr tudo mal da próxima vez. 

A reter: necessitamos de melhorar a quantidade de coisas que levamos e perceber o que vamos mesmo necessitar, mas se já era difícil fazer isso connosco, parece-me normal que com um bebé, nas primeiras vezes seja ainda mais complicado. 

Vamos torcer para que o verão se mantenha mais uns dias e ver se conseguimos, ainda, fazer uma escapadinha, desta vez com menos coisas e com mais espaço livre no carro, ou pelo menos esperamos.  Tendo em conta as malas destes dias, ir a algum lado no inverno será mesmo uma grande aventura, a ver vamos!

Certo é que nisto de viajar estamos em adaptação, mas a tentar que também ele se adapte à nossa forma de ir!

 



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