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Passa Por Lá

Passa Por Lá

10
Mar08

Eternamente

Carolina
Nada dura para sempre, nem para os teimosos que julgam que o sofrimento é constante, ou que a alegria é eterna, nada é pelo, por e para o infinito, nada é nada toda uma vida, nem tudo é sempre tudo para o tempo mais curto da existência humana.
muitas vezes poderá ser pouco, não sempre mas muitas vezes, quase nuca poderá ser sempre, não sempre mas quase nunca...
A eternidade nunca compensa, as palavras não se prelongam como imaginamos e os momentos fogem mesmo quando os agarramos com todas as forças, ou com toda a força nos agarramos há existência do que já foram, eram, são...
Os perfeitos mais errados de sempre, são talvez os pontos que três a três se juntam para nos dar a ideia continua de prelongamento rumo ao horizonte, que tal qual a eternidade não passam de miragens, seja lá elas o que o seu siginificadio dúbio queira que elas sejam.
Até os verbos mais ou menos complexos na sua forma, directso na acção a descrever se trocam e tropeçam no tempos, no qu eé agora, no que foi ainda agora, lá atrás, quase lá trás e mais ou menos lá à frente...
Nada vezes nada será sempre nada, bem como a somo de duas coisas enexistentes, nada é perfeito, mas nada não existe, nada não ode ser para sempre, porque simplesmente nada não pode ser!! Jamias será, nunca o foi!! Assim se tropeça no tempo a pensar. assim se acredita que tudo poderá durar, por certo até ao fim...Fim que depois de nada pode ser já ali, ainda agora ou lá atrás no momento em que eu o pensei escrever.
Depois no eterno risco de achar e sentir para sempre cozem-se linhas tortas, pois direitas de ,mais partem com o sol, descoloram com a chuva e voam com as tempestades de vento e granizo... estará tudo dito ao contrário?
Não!! Claro que não, afinal nada é para sempre certo!! Nada por nada será um avida toda...será que somos para sempre, será que de semenet voltamos a semente e assim sempre eternos...será que acreditamso no que no semeia, ou vicvemos porque afinal no slaimentamos em tudo e de tudo para io nosso sempre?
Não sei, jamais saberei...sempre e sempre enerva, sempre e sempre destrói, sempre e sempre possui, corroi..sempre e sempre não há, não dá, não serve...sempre e sempre devora, dfrena as veias do nosso corpo e não as trás de volta.
Até os teimosos o deixam de ser, até a dor passa, até o amargo gosto do fel muda no paladar... e assim é, por muito que se diga que é mais forte, que será para sempre.
Eascreves histórias sem fim? Contas segredos sem inicio, consegues ver para dentro de ti, sabes o que aconteceu atrás do tempo da tu aexistência e da existência dos teus...sabes porque não dormis-te há 20 anos atrás naquela noite de verão, lembras-te da cor da tua roupa, do cheiro da tua mãe a aconchegar-te?!!!
As memórias acabam por nos deixar, por mim vontade que tenhamos de estar eternamnete com elas, os sonhos repetem-se mas não para sempre, as vontades renovam-se dia ap
os dia de formas diferentes, para que eternamente não fiquem perdidas....
E eu? E tu? E nós?! Mais o eles e o vós...
Vamos sendo, vivendo, caminhando e fazendo tudo e tudo que acaba, que não volta, que não predura, vamos vivendo eternamente horas, minutos, segundos e dias...esperando somente pelos próximos, os que vão chegar, os que estã para vir...e o mais eterno de tudo é que esperamos sem saber porque...mas sabemos que vamos esperar...Gostamos da espera, do eterno nada que há dentro dela...
Assim vamos passando por lá...conscientes de que estamos ali parados e é sempre tudo que passa por nós....

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